Amor
livre, sem vínculos, sem prisões. É o amor vivido em
liberdade, sem compromissos.
É
o amor que se alimenta da distância, do afastamento. O
objetivo desse comportamento é evitar a repetição, o
cotidiano, e principalmente a rotina.
A
fonte de inspiração amorosa é justamente não saber ao
certo o que vai acontecer, não poder prever o futuro daquela
relação. As coisas poderem mudar a qualquer momento, é o
que dá prazer e interessa em um relacionamento vivido segundo
esse padrão.
Diante
de qualquer deslize, confronto, problema ou indisposição no
relacionamento, ocorre a ameaça de rompimento. A melhor
solução parece ser sempre a separação, dificilmente a
conciliação.
É
um tipo de amor que costuma se dar fora dos padrões
estabelecidos (entre pessoas de meios, idades, profissões ou
hábitos muito diferentes) e inclusive precisa de um certo
toque de rebeldia.
A
idéia de " formar um só" ou de que as vidas se
misturam é completamente estranha a essa concepção de amor.
Ao contrário, há a necessidade de manter-se separado, de
conservar sua individualidade, sua integridade.